Atomic Design na prática com React em um projeto real da RD StationLink externo, abre em uma nova aba
Um caso real onde utilizamos o modelo mental do Atomic Design para construir componentes React.
Um caso real onde utilizamos o modelo mental do Atomic Design para construir componentes React.
Como podemos utilizar o Atomic Design para administrar a complexidade, favorecendo a legibilidade, escalabilidade e flexibilidade do código.
Com a introdução do hook useContext ficou mais prático de trabalhar com estado global no React, sem a necessidade de usar vários consumers no JSX. Porém, ainda há a necessidade de declarar o Provider dentro JSX, então sem perceber podemos entrar no Provider Hell como este:
Em 2019 escrevi um série de 5 artigos explicando passo a passo como refatorar um código legado em um projeto React:
Com a introdução dos Hooks na versão 16.8 do React, surgiu uma nova forma de utilizar suas funcionalidades usando apenas funções, com conceitos e regras diferentes dos que já conhecíamos usando classes.
Para você se preparar e ficar atualizado, eu preparei uma lista com as novidades do JavaScript que terá um grande impacto na forma em que escrevemos o código.
Code snippets são blocos de códigos dinâmicos e reutilizáveis. Você pode usar extensões que já possuem vários snippets prontos e você pode criar para aqueles seus códigos que você digita repetitivamente.
Para fechar com chave de ouro, esta série termina com algumas conclusões sobre qualidade de software, com alguns mitos e verdades que precisam ser esclarecidos para evitar a criação de novos projetos legados.
O Redux é um contêiner de estado previsível e ajuda a manter a consistência do comportamento de uma aplicação. Sua utilização em projetos junto ao React se tornou tão popular que os desenvolvedores iniciantes em React passaram a usá-lo por obrigação, ignorando seu custo e efeitos colaterais.
No mundo real é bem mais complexo, como diria qualquer desenvolvedor ao ler um tutorial na internet. Para adentrar a complexidade de um projeto real, este artigo abordará uma alteração com um grande impacto no projeto de exemplo.
Neste artigo é introduzido a definição de refatoração, teste de unidade e teste de regressão, na prática é feito novos testes e a implementação de uma nova funcionalidade em um componente React.
Código legado é uma dor que atinge em cheio o coração de qualquer programador. Com a evolução do desenvolvimento WEB, tecnologias emergentes trouxeram grande robustez para o que hoje chamamos de front-end, com isso vieram novos desafios de como escrever um código limpo. Nesta série de artigos mostrarei algumas dicas de como trabalhar em um projeto React com código legado.
Já tem alguns anos que adotei o Visual Studio Code como minha IDE principal para desenvolvimento web. Neste artigo vou mostrar como eu o turbinei com plugins e configurações para ser muito mais produtivo.
Criar rotas é uma tarefa bem simples, a maioria dos frameworks já dão suporte nativo, mas com o crescimento do projeto algumas decisões podem dificultar a manutenção. Neste artigo vou dar uma sugestão de como organizar as rotas para facilitar o desenvolvimento de projetos complexos. Os exemplos estarão usando apenas as bibliotecas React e React Router, mas o padrão pode ser usado para qualquer biblioteca de front-end ou até mesmo de back-end. O React Router também possui suporte para rotas estáticas e pode ser usado no Rails, Express, Koa, Ember, Angular, por exemplo.
A missão era simples: enviar uma mensagem não bloqueante de sucesso ou erro em resposta a uma requisição assíncrona. Seria simples se não fosse pelas palavras em negrito, pois me deparei com várias questões de arquitetura do projeto que está em React com Redux, e ao pesquisar a melhor solução eu vi vários artigos em blog inconformados com o problema e dando suas sugestões de como deveria ficar, só que nenhuma dessas soluções me deixou confortável. Então neste artigo eu trago uma alternativa, expondo passo a passo as questões levantadas e as decisões tomadas para implementar essa solução.
Abaixo está minha palestra para o Web Dev Summit 2015, feita utilizando JavaScript e está com código livre no GitHub:
Quem não já se pegou no google procurando por plugins em JQuery? A Unheap tornou esse trabalho mais fácil, criou uma plataforma organizada com diversos plugins de boa qualidade, com opções para todos os gostos.
Abra sua IDE e coloque o seguinte código:
Há várias formas de testar se um método irá lançar um exceção que funcionam, porém, quando o teste não passa, o programador fica perdido e precisa utilizar do debug para ver onde está o problema. Isso não é uma boa prática, pois a mensagem do teste deve ser suficientemente clara. Mostrarei uma forma eficaz de se testar uma exceção no Java.
Seu programa é lento? Seu código demora a ser executado? Seu aplicativo ocasiona estouro de memória? Então acabaram seus problemas! Neste artigo irei citar 5 boas práticas simples para otimizar seu código, mas que fazem toda a diferença quando não se a praticam. Você poderá usar essas dicas em qualquer linguagem orientada a objeto, como Java, C, C++, PHP, Ruby, entre outras.
Existem várias vantagens em utilizar a imutabilidade. Uma vantagem muito forte é a otimização de memória, a própria API da linguagem Java usa a imutabilidade como uma vantagem para fazer cache e reaproveitamento de instâncias.